Bispo Robson Rodovalho declara apoio à candidata Marina

O PRESIDENTE DA SARA NOSSA TERRA VAI TAMBÉM ORIENTAR PUBLICAMENTE O VOTONA EX-SENADORA

Bispo Rodovalho Presidente da igreja evangélica Sara Nossa Terra, o Bispo Robson Rodovalho afirmou publicamente seu apoio à candidatura de Marina Silva. Ele irá defender e, quando oportuno, orientar o voto dos membros da Sara e de cristãos evangélicos que seguem denominações com filosofias convergentes a do ministério. A Sara conta hoje com 1,3 milhão de membros.

Diante da divulgação do programa de governo do PSB e do movimento decisivo de Marina Silva ao rever o tratamento do tema homossexualidade, o Bispo, depois de conversar em conferência com lideranças da Sara Nossa Terra, fechou questão e anunciou seu voto.

“Esse movimento da candidata Marina mostrou sua disposição para o diálogo. Com isso, entendemos que essa a discussão sobre esses temas será travada na instância adequada, o Congresso Nacional. Não será fruto de uma determinação, uma decisão unilateral do Executivo”, afirmou Rodovalho

Até o momento, o presidente da Sara Nossa Terra, que já foi deputado federal por um mandato (2007-2010), afirmava que o apoio a uma candidatura evangélica – no caso, a do Pastor Everaldo – seria um caminho natural, porém não obrigatório.

A decisão institucional a esse respeito deveria ser tomada com base em programas. Até anunciar a decisão, Rodovalho havia dito que apoio a uma candidatura evangélica não é um caminho obrigatório, líquido e certo. Apesar de ser um caminho natural.

No caso, falava da candidatura do Pastor Everaldo, que traz como base de plataforma política posições dos cristãos evangélicos. Ele é um pastor, que tem na essência de sua vocação religiosa valores do segmento, que passam por família, respeito à vida e à liberdade religiosa.

“A candidatura de Marina Silva transcende a ideia de uma opção natural e/ou obrigatória pelo fato de ela ser evangélica. Foi uma opção programática, fundamentada também na demonstração de sua disposição ao diálogo”, diz Rodovalho.

SOBRE O PLC 122 – Contra.
A defesa da proposta legislativa usa como principal argumento que a redação do projeto não leva à criminalização desta prática, que nós NÃO pregamos, não apoiamos nem compartilhamos. Mas essa mesma redação, do nosso ponto de vista, permite, sim, a criminalização. Não concordamos com a união de pessoas do mesmo sexo como casamento, como se fosse uma instituição social apresentada em lei.
E como esta lei poderia atingir os evangélicos? Defendemos a liberdade de expressão, que é um dos pilares da democracia. Pode acontecer de, no calor de um culto, uma pregação cair no exagero e acabar por desviar nosso propósito. Mas vamos trabalhar essa palavra, sim, mas sem abrir mão dos nossos valores.

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